Presentes em livros, novelas ou filmes, a verdade é que os vampiros são personagens super requisitados em obras de ficção.

Nos últimos anos, então, esse é um tema da moda, que tem feita a cabeça das adolescentes de uma forma para lá de romântica. Acontece, no entanto, que em épocas passadas menções feitas a esses seres sempre envolviam medo e horror.  Isso porque, por muito tempo, as pessoas temeram a existência dessas criaturas mortas-vivas, que matavam por sangue e só saíam de suas urnas à noite, corriam de alho, crucifixos e da luz do dia.

O tempo se passou, no entanto, e os vampiros acabaram se tornando limitados personagens de contos e histórias assombradas. As pessoas, como consequência, não parecem mais sequer cogitar a existência desses seres. Mas, será que podemos realmente ficar em paz com relação a esse assunto?

Os vampiros são, realmente, fruto da mente humana? Não estamos aqui para fazer ninguém crer nesse mistério, mas listamos alguns fatos capazes de deixar uma “pulga atrás da orelha”. Confira, abaixo, 5 indícios que poderiam indicar a existência dos sugadores de sangue:

1. A condessa sangrenta

Vlad – os inspirador do personagem Conta Drácula – era perverso, mas no quesito maldade, nada se igualava a Elizabeth Bathóry. A mulher fazia parte da nobreza, na Hungria; e ganhou o apelido de “Condessa Sangrenta”, depois de torturar e assassinar mais de 650 pessoas. As vítimas eram, em sua maioria, moças jovens que ela contratava como criadas.

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Durante anos, a nobre espancou, queimou e mutilou as jovens, e chegou até a permitir que algumas morressem congeladas no gelo, durante o inverno. A condessa acreditava que o sangue dos mais jovens a ajudaria a permanecer nova e bonita. Ela não só bebia o sangue de suas vítimas, como também o usava para se banhar.

2. O verdadeiro Conde Drácula

O Conde Drácula, apesar de ser um dos vampiros mais famosos da história, era apenas um personagem literário. No entanto, o que assusta nesse caso é que a inspiração para a história de Drácula foi um homem real.

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Conhecido como “Vlad, o Empalador”, o cara era muito mau e teria sido o responsável pela morte de mais de 100 mil pessoas, muitas empaladas e queimadas vivas. Outro costume de Vlad era convidar pessoas comuns para banquetes e, então, empalar todo mundo e saborear pedaços de pão molhados no sangue de suas vítimas.

Vlad tinha “Dracul” como sobrenome , ou “Dragão” , por causa da afiliação de seu pai a uma organização militar cristã, chamada Ordem do Dragão. Dessa forma, o homem era um guerreiro que lutava por sua fé e não se abalava diante de crucifixos ou água benta, como pregam as histórias de vampiros. Conforme os relatos históricos, ele foi morto pelos turcos, no século 15, durante uma batalha. Seu corpo foi decapitado e a cabeça ficou exposta em uma estaca a mando do sultão.

3. Nunca envelhecem

Como fica claro em todo conto sobre esse seres das trevas, os vampiros não envelhecem e, não raro, contam com alguns superpoderes. Estudos recentes apontaram que o segredo dessa juventude eterna, bem como da longevidade (eles vivem séculos), pode estar no sangue que eles consomem.

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Experimentos realizados com ratos mostraram que, depois de animais mais velhos receberem transfusões de ratos mais novos, os idosos apresentaram melhora na memória, no olfato e na força física. Bem como acontece nas histórias, não é mesmo?

De acordo com os pesquisadores, uma proteína, a GDF11, presente no sangue dos ratos mais jovens responsável por esses efeitos. Mas, claro, os cientistas não esperam que as pessoas saiam bebendo sangue para conseguir resultados positivos para o corpo. Ao invés disso eles esperam aplicar a descoberta para tratar condições relacionadas com a idade, como o Alzheimer, por exemplo.

4. Perturbados

Outra coisa que costuma ser comum nas histórias que envolvem vampiros são as descrições de suas feições desfiguradas e o comportamento violento. No fundo, esses relatos podem mesmo apresentar um fundo de verdade.

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Isso porque a porfiria, um distúrbio genético que causa o acúmulo de pigmentos vermelhos e roxos no corpo, pode provocar a deformação da pele e do rosto dos portadores. Essa doença pode também desencadear problemas mentais que, capazes de fazer com que os doentes fiquem agressivos ou bizarros.

Um dos mais ilustres portadores da doença foi Rei George III, da Inglaterra, que sofria de alucinações e ataques de ira. Por causa disso, claro, ele ficou conhecido como o “Rei Louco”. Hoje em dia, muitos pesquisadores alegam que a porfiria foi uma das principais influências na criação do folclore dos vampiros.

5. Túmulos misteriosos sem explicação

Arqueólogos da Bulgária descobriram inúmeras tumbas, datadas da Idade Média, onde havia restos mortais de corpos com estacas cravadas no corpo, assim como pernas e braços amarrados. Outro exemplo assustador que podem dar indícios da existência dos vampiros foram sepulturas encontradas na Polônia, em que esqueletos tinham os crânios posicionados entre as pernas. Dizem que essa prática era comum, para evitar que os mortos voltassem para aterrorizar os vivos.

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E essas não foram as únicas tumbas sinistras encontradas por aí. Outros cemitérios medievais espalhados pela Europa também contém exemplares, e quase todos os anos um novo “ex-vampiro” é desenterrado. O problema, no entanto, é que o motivo de tantos mortos de forma sinistra pode estar ligado à tuberculose, doença comum na Idade Média, que deixava as pessoas pálidas e muito magras. Na época, conforme os estudiosos, os europeus acreditavam que os vampiros eram os responsáveis por espalhar o mal.

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