Ao longo da história, e através de várias descobertas arqueológicas, repetem-se os casos dos cadáveres milenares encontrados com pele, músculos e, em alguns casos, até órgãos intactos.

De acordo com a ciência, há, normalmente, duas formas naturais para a preservação des cadáveres: a dessecação por saponificação ou por petrificação. O resultado é uma mumificação natural. Conheça a explicação científica para cada uma delas.

A mumificação natural ocorre por fatores climáticos, como no caso da dessecação, quando o ambiente é seco. Além disso, o local tem que estar livre de insetos e o organismo, de alguma forma, destruir as bactérias que atuam no processo de putrefação.

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Porém, quando o ambiente possui alguma umidade mas é seco o suficiente para preservar os cadáveres, os tecidos sofrem uma mutação conhecida como saponificação ou formação de cera cadavérica. Nela, os tecidos, a partir da gordura corporal, transformam-se em uma espécie de cera.

No caso da petrificação, o cadáver não pode estar em contato com o oxigênio, e as partes vazias do corpo devem estar preenchidas de minerais dissolvidos pela água. Desse modo, e através da filtração, os restos mortais se mineralizam e petrificam.

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Por outro lado, há a mumificação artificial, ou seja, aquela que responde à intervenção do homem, que desenvolveu vários métodos, como as famosas múmias do Antigo Egito, ou a conservação dos corpos, a exemplo dos de Lenin e do Papa João XXIII.

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