Mutilações eram feitas com ferramentas precárias, e sem qualquer tipo de anestesia.

A seita russa Skoptsy funcionou desde meados do século XVIII até o século XX. Seus membros estavam convencidos de que a luxúria afastava a humanidade da santidade. Por isso, para se protegerem da tentação, os homens eram convocados a cortar o pênis e as mulheres os seios.

O primeiro registro oficial sobre a existência desse estranho grupo data de 1771, quando as autoridades da região de Oriol prenderam um camponês que havia convencido mais de treze pessoas a cortar seus órgãos sexuais.

original - A seita russa que castrava seus membros em nome de Deus

Apesar da perseguição czarista, a seita Skoptsy chegou a contar, no século XIX, com mais de 100 mil adeptos. Nem todos os participantes eram obrigados à castração, permitia-se até o casamento e a reprodução. No entanto, há evidências de que, pelo menos, mil pessoas optaram pela automutilação.

As cirurgias eram realizadas com ferramentas precárias e sem nenhum tipo de anestesia. Os homens podiam optar por uma castração parcial, na qual eram retirados somente os testículos, ou uma total, na qual o pênis também era amputado.

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