O fenômeno do aquecimento global está trazendo alguns efeitos colaterais inesperados e que poderão revolucionar nosso conhecimento sobre o Universo. O derretimento crescente do Ártico possibilitou que cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, fizessem uma descoberta sem precedentes: fósseis de 3,7 milhões de anos.

A descoberta gerou grandes expectativas entre os pesquisadores da NASA, uma vez que ela retrocede o surgimento de vida em nosso planeta para 200 milhões de anos antes do imaginado, quando a Terra ainda era muito jovem e se assemelhava a um vulcão ardente com temperaturas altíssimas e um bombardeio permanente de asteroides.

Essa revelação deixou evidente que, nesse contexto impensável, surgiram os primeiros micróbios, demonstrando que a vida é capaz de se manifestar até mesmo em cenários tão hostis. O fato torna possível a existência de um novo campo de pesquisa sobre planetas e luas que poderão abrigar micro-organismos vivos ou fossilizados.

gettyimages 186450825 - Descoberta arqueológica pode provar existência de vida em outros planetas

Embora alguns pesquisadores evolutivos acreditem que somente dentro de 10 milhões de anos a vida poderá se diversificar e brotar em todo um planeta, alguns acreditam que estamos mais próximos de encontrar os primeiros sinais de vida extraterrestre.

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